Antes de ontem fui ao Super Nosso Gourmet do Luxemburgo e vi um novo tipo de exposição de produto que me chamou a atenção. É uma prateleira que fica girando o produto. Não me diz nada a mais sobre o produto, mas, certamente me chamou a atenção para ele, em relação aos outros produtos.
Quantos de nós temos problemas para informar número de CPF, identidade, cartão, código de barra de uma conta etc.? Por exemplo, quando se vai pagar um boleto na internet e se depara com uma sequência de vários “0″s… daí temos que achar uma solução pra contá-los. Algumas pessoas agrupam de 3 em 3, outras vão digitando com uma mão e acompanhando com a outra mão a sequência de números.
Como solucionar este e outros problemas de números seriados? Pensando nisso, Seth Godin propõe algumas heurísticas e idéias para o “design” de números seriados. Segue minha tradução [com alguns comentários] do post dele:
Ontem, fui ao Carrefour Bairro na Prudente de Morais e, por alguns instantes, fiquei tão concentrado que minha namorada achou que havia algo de errado comigo. Não era nada, estava apenas prestando atenção no que causou confusão à moça do caixa, ao ponto delaregistrar, por engano, o mesmo produto, duas vezes.
O motorista de ônibus Delson Hilário, em entrevista para o Estado de Minas (21 de Maio de 2008), apontou como uma proposta para redução do tráfego em Belo Horizonte, um sistema de táxi-lotação nas avenidas Amazonas, Cristiano Machado, Getúlio Vargas e Antônio Carlos. Isto porque, segundo ele ”Quem tem mais dinheiro não gosta de andar de ônibus. É preciso criar uma opção para que os ricos deixem o carro na garagem e esvaziem as ruas”.
Os últimos dias foram meio corridos, então pode ser que alguns de vocês já tenham lido sobre este assunto. A questão é que uma reportagem da UsabilityNews me deixou curioso sobre um produto que eu já sabia da existência, mas, não sabia como era. O celular para idosos.
Hoje, vi no Future Perfect, blog do Jan Chipchase, que ele colocou um post sobre pagamentos via celular. Um dos exemplos (o do Japão), é sobre o pagamento de passagem de ônibus. Foi exatamente um dos projetos apresentados no curso de Design de Interação da PUC, ano passado.
Quem nunca teve dificuldade para tirar um DVD da caixa? E o mais estranho, é que embalagens de CD já sofreram do mesmo mal, mas, hoje estão mais bem resolvidas. Porque o DVD não segue o exemplo?
Acabo de ler uma entrevista com Peter Coughlan, da IDEO. Nesta entrevista, ele explica que é necessário fazer o cliente confiar na sua metodologia. Resumindo: “Clientes quase nunca confiam no processo até que eles o experienciam.”. Ou seja, faça com que o seu cliente perceba o processo, fazendo parte dele, executando-o. Mesmo que de maneira superficial.
Hoje fiz um profile no technorati. Eles exigem a verificação da autoria do blog. Até aí, tudo bem, mas, porque não dão a opção de colocar uma meta tag no site? Seria tão menos intrusivo do que pedir o login e senha, ou pedir para fazer um post linkando para o meu perfil no technorati. Ok, consegui fazer um post não tão inútil.
Agora, a Associação de Design de Interação (IxDA – Interaction Design Association) tem representação no Brasil. Eu, Fabrício e Karine resolvemos assumir a atribulada função de coordenadores. A IxDA tem objetivos claros: disseminar a disciplina entre a comunidade, mercado e academia; dicutir e pensar o design de interação, buscando novos rumos; promover a profissionalização; discutir a disciplina no meio acadêmico; e formar uma comunidade de designers de interação, para troca de conhecimento.