Rede de inovação colaborativa (collaborative innovation networks), segundo Peter Gloor, é uma equipe de pessoas motivadas, com uma visão coletiva, que, por meio da internet, compartilham idéias, informações e trabalho, para atingirem um objetivo comum.
Segundo uma pesquisa, da empresa de telefonia suíca (Swisscom), os usuários mais avançados de telefonia móvel são os imigrantes. E, segundo uma pesquisa da Forrester Research, os latinos são os que mais utilizam os recursos avançados dos telefones.
A Nokia apresentou, ontem, alguns conceitos nos quais basearão suas pesquisas para um design sustentável. Um deles, no meu ponto de vista, já é aplicado pelo iPhone da Apple. Fiz uma livre tradução dos conceitos:
Hoje, eu Karine e Fabrício fizemos uma palestra no curso de design de interação, na PUC MG. A palestra abordou o processo de design centrado no usuário, tendo como exemplo o estudo de caso de um projeto acadêmico de propostas de melhorias para o Genius da Estrela.
Assistindo a palestra “6 talents in 60 minutes” da conferência “Innovationsforum Interaktiondesign”, ocorrida na Alemanha, uma das coisas que mais me chamou a atenção não foi o conteúdo da palestra, em si. (more…)
Nielsen publicou em seu site – useit – um artigo em que analisa quatro exemplos de problemas de usabilidade que podem causar prejuízos para as empresas. Resumidamente, ele aponta como os problemas podem fazer com que o usuário não realize a tarefa que ele esperava realizar, e como isto causa impacto direto na receita das empresas.
É difícil não associarmos acessibilidade com deficientes físicos, principalmente cadeirantes e pessoas com deficiência visual.
Em uma apresentação na aula de acessibilidade, no curso de design de interação da PUC/MG, eu e o Fabrício fizemos uma análise da norma ABNT NBR 15250, que trata de acessibilidade nos caixas automáticos.
Alguém já viu o site muxtape? Simples, não? O Jason do Signal vs. Noise, colocou um post sobre ele, outro dia. No post, ele glorifica a simplicidade do site e diz ficar emocionado ao ver esse tipo de solução.Simples até demais, eu diria. Discutimos sobre isso numa lista de discussão, hoje. O que me inspirou a escrever sobre o muxtape. Vejam que simples, nem sempre é melhor. Um certo grau de dificuldade ajuda a envolver o usuário, para que ele não ache entediante demais. Mas, esse não é o caso do muxtape. Ele é simples onde tem de ser. Na interface para se chegar ao objetivo: ouvir e distribuir música. Só que chega a ser simples demais em alguns pontos. E complicado em outros.
Ainda não instalei nenhum plugin – o que talvez resolva alguns destes problemas –, nem fiz customizações na interface e no sistema de blog do WordPress. Porém, já percebi alguns problemas na interface. Não sei se alguém mais que usa, também tem estes problemas, mas, os que me mais incomodaram são: