Hoje, abri o Pages e ele tinha um aviso de atualização, que achei ótimo. Tem tudo que precisa ter, sem excessos e sem linguagem técnica ininteligível. Vejam:

Temos tudo que um usuário comum precisa para lidar com o aviso: (more…)
Hoje, abri o Pages e ele tinha um aviso de atualização, que achei ótimo. Tem tudo que precisa ter, sem excessos e sem linguagem técnica ininteligível. Vejam:

Temos tudo que um usuário comum precisa para lidar com o aviso: (more…)
Andei reparando o tanto que é comum se clicar no botão “errado” no iPhone. Obviamente este problema se deve ao fato de que os sistemas touchs, por mais precisos que sejam, não fornecem a sensação tátil do botão que se está pressionando. E, vez ou outra, você aperta um botão vizinho, sem querer.
Com base neste problema, comum a todos os dispositivos touchs, o que podemos fazer para prevenir erros do usuário? Ou melhor, minimizá-los? Bem, basta fazer botões “grandes” e espaçados. Foi aí que o Google errou. E olha que dizem que tudo no Google é exaustivamente testado…


Lendo um review do Nielsen sobre o Kindle 2 , achei algo bem interessante – não tinha muito a ver com o Kindle, mas com o iPhone. (more…)

Outro dia minha sogra comprou um lindo HP mini-note e pediu para que eu configurasse a rede sem fio, para que ela pudesse acessar a internet em casa. Foi aí que começou o problema. Na prática, muitas pessoas não sabem a senha da sua rede sem fio, pelo fato de ter sido instalada por um técnico que não fez seu trabalho direito ou quis ganhar algum dinheiro com a visita de retorno para consertar um “problema” da rede. Só que o problema não era este. Ela sabia a senha da rede e mesmo assim não foi capaz de configurá-la. Detalhe: eu já era a terceira pessoa (fora o departamento de TI da escola dela) a tentar acertar o problema. (more…)

Não sei quanto às outras versões do Wordpress, mas, acredito que esta será a primeira versão centrada no usuário. Se as outras foram, acredito que esta está tomando caminhos mais “certos”, ou eu sou um ponto fora da curva.
Ontem eu ouvi na voz do Brasil (é… eu ouço “isso” na hora de sair do trabalho) que o ministério das comunicações estava com uma consulta pública sobre telecomunicações e que a população poderia dar sua contribuição para a reformulação das regras do setor.
Dentre as questões abertas a sugestões, a única que eu me senti apto a opinar – as outras eu achei muito técnicas – foi sobre o uso de operadoras para longa distância. Minha opnião é que não deveria ser cobrada a ligação à longa distância nacional. A rede móvel é completamente diferente da rede de telefonia fixa, mas, tem a mesma forma de tarifação.
Como este blog não é para dar minha opnião sobre os rumos do Brasil nem nada do tipo, o que mais me chamou a atenção foi o sistema de consultas públicas. Depois de acessar o sistema e clicar na consulta de telecomunicações, cai0se em uma página com um texto falando sobre o projeto e uma lista infindável de “Comentários às contribuições relativas à Questão X” e “Clique aqui para acessar as contribuições à Questão X”. Sim, são links para lugares completamente diferentes. O primeiro você entra para deixar sua sugestão sobre uma questão específica. E no segundo, você lê todas as contribuições que já foram dadas à uma questão específica.
Além disso, você tem de saber qual é a questão X. E não, elas não são grandes, mas são confusas. Veja a questão 9, por exemplo, que fala do uso do DDD. “Houve ganhos para os usuários, decorrentes da introdução do Código de Seleção de Prestadora (CSP) nas chamadas de longa distância?”. Poderiam ter colocado a questão e dois links simples como “Opine sobre esta questão” e “Veja as opiniões da primeira fase” (ah! a consulta esta na segunda fase, a primeria já foi encerrada há um tempo). Ficaria uma lista bem mais simples, não?
Bem, de qualquer maneira, vale o esforço para podermos opinar sobre as questões que nos interessam diretamente.

Aqui na empresa, estamos trabalhando há um bom tempo com a proposta de Agile Development e adaptando-a para o processo de Design de Interação. A Karine fez um post recente sobre o processo e os conceitos envolvidos. O mais difícil, sempre foi e será, focar no essencial…
Há muitos anos atrás, lembro do Bill Gates dizendo que o computador, no futuro, seria apenas uma interface para se acessar as informações que estariam todas online. Posso dizer que não estamos muito longe dessa realidade.
Ontem, fui ao Carrefour Bairro na Prudente de Morais e, por alguns instantes, fiquei tão concentrado que minha namorada achou que havia algo de errado comigo. Não era nada, estava apenas prestando atenção no que causou confusão à moça do caixa, ao ponto delaregistrar, por engano, o mesmo produto, duas vezes.