Aqui na empresa, estamos trabalhando há um bom tempo com a proposta de Agile Development e adaptando-a para o processo de Design de Interação. A Karine fez um post recente sobre o processo e os conceitos envolvidos. O mais difícil, sempre foi e será, focar no essencial…
Parece que a herança de Henry Ford está sendo bem empregada. E não estão levando ao pé da letra a celebre frase “Se eu perguntasse a eles o que queriam, responderiam: cavalos mais rápidos”.
Rede de inovação colaborativa (collaborative innovation networks), segundo Peter Gloor, é uma equipe de pessoas motivadas, com uma visão coletiva, que, por meio da internet, compartilham idéias, informações e trabalho, para atingirem um objetivo comum.
Em uma entrevista para BusinessWeek, Eric Schmidt fala sobre os princípios que conduzem o processo crativo do Google. Deixa claro que o usuário final é sempre o foco dos projetos e que o bom e velho jargão funciona: ouça as pessoas.
Hoje, eu Karine e Fabrício fizemos uma palestra no curso de design de interação, na PUC MG. A palestra abordou o processo de design centrado no usuário, tendo como exemplo o estudo de caso de um projeto acadêmico de propostas de melhorias para o Genius da Estrela.
No design de interação, aprendemos que testes são importantes, não só para validar o produto, mas toda e qualquer comunicação com o usuário. Para testar o roteiro de um teste, realizamos um teste piloto.
Outro dia, estava como observador em uma sessão de testes com usuários e a equipe que realizou o teste teve diversos problemas até acertar todos os detalhes. Com isso, atrasaram o cronograma e, ao final, perceberam que a gravação de backup do áudio não havia funcionado.
Acabo de ler uma entrevista com Peter Coughlan, da IDEO. Nesta entrevista, ele explica que é necessário fazer o cliente confiar na sua metodologia. Resumindo: “Clientes quase nunca confiam no processo até que eles o experienciam.”. Ou seja, faça com que o seu cliente perceba o processo, fazendo parte dele, executando-o. Mesmo que de maneira superficial.