Conversando com o Fabrício, levantamos a questão de que as fases de um ciclo de vida não são tão isoladas quanto as representações gráficas das mesmas. A conversa começou em cima do ciclo de vida simplificado, apresentado no livro da Preece:

A questão é que, para mim, as fases não acontecem em separado. Você não levanta vários requisitos e, só depois, começa a pensar em soluções de design para os requisitos e, depois de pensar em soluções, cria uma versão interativa (protótipo), avalia e só então volta a pensar em requisitos. O processo é mais “híbrido”.
O mais comum é que ao começar a levantar as necessidades e requisitos, a equipe já comece a pensar em soluções para eles. E, normalmente, já se cria um esboço da solução e apresenta para possíveis usuários ou outras pessoas, visando obter um feedback da idéia.
As etapas continuam existindo, sendo que a equipe fica mais focada nos processos de cada uma delas, no decorrer do ciclo, mas, nada impede de que realizem processos de outras, quando se está em uma determinada etapa.
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