Acessibilidade em caixas automáticos

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Durante o Dia Mundial Usablidade 2007, eu, Eduardo Loureiro e o Fabrício apresentamos um trabalho de levantamento do perfil de uso dos caixas automáticos. O resultado do trabalho foi a criação de personas baseadas em pesquisas feitas com usuários, atendentes de agências, questionários etc.

Após este trabalho, fizemos testes de usabilidade com usuários e análise heurística da interface de um caixa automático. Descobrimos que, mesmo pessoas que não têm deficiências físicas têm dificuldade em visualizar as informações da tela, compreender as instruções solicitadas, realizar algumas tarefas com os dispositivos periféricos, entre outros. Em um dos testes, o usuário desistiu de fazer o pagamento de uma conta, porque não conseguiu entender como e onde fazê-lo. Ou seja, o simples fato de seguir as normas estabelecidas na NBR 15250 não tornam o caixa acessível.

Alguns pontos que acho necessário rever as regras da ABNT, e que os bancos deveriam utilizar de técnicas de análise de usablidade para validar suas propostas, são: posicionamento e inclinação da tela do caixa (talvez ela tenha de ser regulável), interação com os periféricos (entrada/saída de notas e envelopes, leitor de código de barra e leitor de cartão) e as mensagens de instruções (pouco claras). Foram os pontos de interação mais críticos, levantados nos testes com usuários.

Em breve, postarei minhas observações sobre o sistema de fone de ouvido, utilizado pelos cegos. 

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One Response to “Acessibilidade em caixas automáticos”

  1. Alexandre says:

    Legal ver que tem outras pessoas testando ATMs também.

    Postei alguma coisa no meu Blog : segue o endereço

    http://usabiliprojects.blogspot.com/

    Abs

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