Hotspot BH. Depois do cadastro, é ótimo!

Hoje, tive uma supresa agradável e várias desagradáveis. Durante a aula da especialização em Design de Interação, na Praça da Liberdade, encontrei a rede aberta da prefeitura: projeto BH Digital (tentei até incluir um link do projeto, mas o site da prefeitura está fora do ar e não encontro nada com menos de um ano sobre o projeto – época em que foi liberada a verba para ele). Nesta rede, você tem acesso sem fio, por até duas horas diárias, gratuito. Para isto, basta se cadastrar.

Até aí, foi a parte boa da experiência. Veio o cadastro…

Tela de usuário e senha Parte do formulário de cadastro

Primeiro me perguntam de qual hotspot estou acessando… sério, será que as pessoas realmente sabem o que é um hotspot e, pra piorar, qual deles ela está acessando? Segundo, eles não conseguem essa informação no servidor de acesso?

Pra piorar, vem a escolha da senha. Eu e o Fabrício digitamos a senha e, em seguida, redigitamos no campo “Lembrete”. Na hora comentei com ele que achava estranho não ter campo para confirmar a senha, uma vez que não se vê o que você digitou e, sendo assim, pode-se incorrer em erros de digitação. Corrigido o “erro”, digitei uma frase que me ajudasse a lembrar da senha. E, claro, escrevi uma frase um pouco sem sentido, para caso alguém tivesse acesso a ela, não descobrisse minha senha.

Ok, feito o cadastro, fui fazer o login para experimentar a tão esperada internet gratuita… será que a velocidade seria boa? Login e senha digitados, aguardo alguns instantes e recebo a mensagem de que não conferem. Repito o login e senha informados no cadastro. Nada… Será que errei na digitação?

Bem, depois de tentar várias combinações, resolvi clicar no “esqueci minha senha”. Opa! Segunda parte da frustração. Neste momento, deu até um certo frio na barriga, pois eu tinha certeza de que não lembrava da tal frase de lembrete… E pra quê? Você deve estar se perguntando. Também não sei, mas, me pediram o login e a frase de lembrete… Por sorte, errei umas duas vezes, até que digitei a primeira letra da frase e o safari exibiu a frase correta no auto-preenchimento. Ufa! Enviei os dados pelo formulário e recebi uma singela resposta.

Tela recuperar senha Tela de recuperação de senha, após acertar a frase

Ok, agora só falta eu ter acesso à internet para poder ver a minha senha no email… (isso tudo pelo prazer de acessar internet gratuita). Por sorte, o Fabrício usa o modem GSM da TIM (não é 3G, mas, acessa email). Recuperei a senha e descobri que ficou faltando um caractere. Comentei com o Fabrício e ele disse que o sistema limita a senha a 8 caracteres. Minha senha tinha 9 e não fui avisado de que ela havia sido cortada. Até aí vai, caso limitasse a entrada na hora de digitar a senha no login (tudo bem, não é aceitável também, mas, já é melhor). Mas, durante o login, ele permite que você digite uns 15 caracteres no campo de senha.

Resolvi alterar a senha para facilitar a memorização. Escolhi a opção “alterar minha senha” e me deparei com a caixa de diálogo compreensível. Fiquei até surpreso. Não havia campo para reconfirmar a senha nova, mas, isto já era esperado. O intrigante, nesta tela, é que eu pude digitar 9 caracteres no campo “senha nova”. Ainda bem, porque decorar uma nova senha ia ser péssimo.

Tela alterar senhaTela de alteração de senha

Resumindo, atenção redobrada com a consistência do sitema, e com campos de entrada de texto, nos quais o usuário não enxerga o que está sendo digtado. Não custa quase nada fazer um teste e perceber este tipo de problema. Poupa esforço do usuário e o tempo do helpdesk.

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