Entrevista com Johnny Lee “Wiimote”

Hoje vi esta entrevista indicada pelo Caio e achei-a muito boa. Você pode ver mais informações sobre ela no site do Beto Largman. (o link direto para o post é só para cadastrados no oglobo online. óbvio que eu não tive paciência para isso.)

O Jhonny Lee deixa claro a importância de se pensar a interface e não apenas a tecnologia. É o que vejo de problema, por exemplo, nas aplicações atuais para as paredes touch.  Vejam, no vídeo abaixo, como a apresentadora não consegue entender o funcionamento do “telão”.

E a culpa é de quem? Pode parecer cruel dizer que é de quem desenvolveu o aplicativo, mas, é a verdade. As pessoas não estão acostumadas com “simulações” de objetos físicos, e reagem a elas como fariam com um objeto real. Ou seja, se algo que rola está “travado”, basta sacudí-lo ou forçá-lo para que desemperre… Só que a interface projetada não se comporta assim. Resultado final: desespero da apresentadora diante de um público de milhares de telespectadores.

Como o Johnny Lee diz na entrevista, não adianta pegar uma nova tecnologia, como o headtracking que ele desenvolveu, e implementar em algum produto para que se tenha um sucesso. Temos de pensar em como aquela tecnologia pode melhorar a experiência do usuário. Senão, o produto só vai fazer sucesso como piada na internet…

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