Posts Tagged ‘dcu’

Palestras sobre arquitetura da informação na CEMIG

Thursday, March 26th, 2009

Entrada do auditório para o Workshop de Arquitetura da Informação na CEMIG

Participei junto com a Karine Drumond, Fabrício Marchezini e Guilherme Marques de um ciclo de palestras na CEMIG. Nosso papel era explicar os princípios de design centrado no usuário, arquitetura da informação e card sorting. Além disso, durante o evento foram apresentadas as novas soluções de arquitetura e design para o site e intranet da empresa.

Abaixo, estão os links das apresentaçãos, no slideshare: (more…)

Introdução à etnografia

Friday, March 6th, 2009

Vestuário e etnografia

Etnografia é uma técnica bastante útil para o design, principalmente quando se deseja criar algo inovador.

Resumidamente, etnografia é ir para o ambiente em que a pessoa costuma realizar as suas tarefas e buscar informações para suas perguntas, o que se difere muito de um focus group, teste de usabilidade e outras técnicas “frias”.

Recentemente li um artigo da AIGA, em parceria com a Cheskin, que é um guia introdutório sobre etnografia. Recomendo a leitura por quem se interessa pelo assunto e aqui vão alguns destaques sobre o texto:

  • a etnografia nos permite compreender os valores das pessoas, as regras que elas seguem (da comunidade ou pessoais) e ver o que elas fazem, e não somente o que elas dizem que fazem;
  • com os dados coletados, é possível criar uma comunicação mais clara e que evoque as reações desejadas;
  • observação auxilia a equipe a visualizar problemas e pensar soluções; e
  • com observações sistemáticas, é possível ir além da solução óbvia, criando soluções inovadores e mais acertivas.

Os seis passos para incorporar etnografia a um projeto de design, segundo o documento são:

  1. Defina o problema e dúvidas que devem ser esclarecidas
  2. Encontre as pessoas certas para esclarecer suas dúvidas
  3. Planeje uma abordagem para estas pessoas
  4. Colete dados
  5. Analise e busque por oportunidades
  6. Compartilhe as idéias que surgirem

Cada vez mais vejo que as técnicas “frias” (realizadas em laboratórios com pouca abertura para mudanças de planos) dão resultados mais propícios para correção de erros de interface ou usabilidade, enquanto técnicas “quentes” (realizadas em ambientes reais e mais suscetível a mudança de planos) ajudam a criar idéias inovadoras, oportunidades de negócios e estratégia de negócios.

Então, antes de elaborar o próximo produto inovador da sua empresa, considere a utilização de etnografia, no início do processo, para auxiliá-lo a criar um produto mais acertivo.

Ciclo de vida “híbrido”

Wednesday, December 17th, 2008

Conversando com o Fabrício, levantamos a questão de que as fases de um ciclo de vida não são tão isoladas quanto as representações gráficas das mesmas. A conversa começou em cima do ciclo de vida simplificado, apresentado no livro da Preece:

Ciclo de vida simples de design de interação (fonte: livro da Preece)

(more…)

Vídeos das palestras do DMU2008 BH

Tuesday, December 16th, 2008

Platéia no Dia Mundial da Usabilidade 2008 em Belo Horizonte

Pra quem não pôde assistir ao Dia Mundial da Usabilidade 2008 em Belo Horizonte, esta é a oportunidade de ver todas as palestras do dia. Pra quem viu, esta é a oportunidade de rever. Pra quem não gosta de vídeo, a maioria das palestras tem os slides. Pra quem não gosta de slides e quiser sentir como foi, tem foto. Pra quem não gosta de foto tem um texto sobre o evento. Pra quem tem preguiça de ler, pode parar.

Vídeo da palestra sobre métodos ágeis para DCU

Monday, December 15th, 2008

Com alguns (vários) dias de atraso, disponibilizo o vídeo da palestra no Dia Mundial da Usabilidade 2008, em Belo Horizonte.

Palestra sobre métodos ágeis para DCU (v2)

Friday, November 14th, 2008

Esta é a segunda versão da paletra. Esta versão foi apresentada no Dia Mundial da Usabilidade 2008, em Belo Horizonte.

Iteração e incrementação

Friday, October 24th, 2008

Lendo o artigo do Jeff Patton –  The Neglected Practice of Iteration –, achei interessante comentar sobre a diferença entre um processo iterativo e incrementativo.

As imagens que ele usou são muito auto-explicativas, então irei usá-las para auxiliar na explicação.

Num processo iterativo, começa-se com uma vaga idéia do que se deseja construir e, com o retorno dos ciclos de iteração, você vai ajustando e compreendendo melhor aonde quer chegar, até que o resultado do processo se estabilize.

Processo iterativo 

Já num processo incrementativo, começa-se com a idéia clara do que se vai construir, e divide-se o projeto em pequenas partes. Desenvolve-se uma parte e a incrementa à outra já desenvolvida, até que se tenha o produto completo.

Processo incrementativo 

Em um processo ágil de design centrado no usuário, os dois tipos de abordagem são utilizados. Quand projetamos, fazemos revisões iterativas e juntamos estas partes com outras partes do projeto que são desenvolvidas em paralelo, também, iterativamente.

O grande problema, é que por estarem acostumadas com o processo incrementativo, muitas empresas, ao adotarem um processo ágil, utilizam, basicamente, esta abordagem, resultando em um projeto pouco consistente.

Palestra sobre métodos ágeis para DCU

Monday, October 20th, 2008

A palestra sobre métodos ágeis já está disponível no slideshare. Como esta foi a primeira versão, irá sofrer ajustes para o público do Dia Mundial da Usabilidade e para se adequar aos feedbacks que recebemos dos ouvintes da UNA e na PUC São Gabriel.